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Aqui no blog, eu vivo compartilhando com vocês algumas joias da minha mesa de infância, daquelas que tem gosto de memória afetiva.
É o caso do frango com creme de milho que todo mundo ama, do frango defumado que só dá as caras no final do ano, daquele frango na cerveja que perfuma a rua inteira e, claro, do insubstituível nhoque da minha tia, que só a preparação era um evento por si só.
Mas se tem uma receita que ganha no quesito estratégia e superação, é a que vou contar hoje.
Hoje é o dia de apresentar para vocês o Macadame, a minha comida favorita na vida.
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